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quarta-feira, 21 de novembro de 2012

Dia da Televisão


Foi sem dúvida uma das mais importantes invenções tecnológicas do século XX
Quem saberia viver sem televisão hoje em dia?
Para fazer companhia, para entreter, informar ou distrair, a televisão ocupa um lugar cada vez maior nas nossas casas e nas nossas vidas. E se o aparelho em si tem mudado muito no seu aspecto, o mesmo se pode dizer das funções que actualmente disponibiliza.
A televisão mudou, mas também nos mudou a nós, aos nossos hábitos, às nossas vidas.
Pensem nisto, hoje que se assinala o Dia da Televisão!

domingo, 11 de novembro de 2012

Dia de S. Martinho!


No dia de S. Martinho, vai à adega e prova o vinho!
Assim reza o ditado popular, e a tradição manda que no dia de hoje se comam castanhas assadas, tão típicas da estação do ano que vivemos.
Quanto a S. Martinho, reza a lenda que era um soldado romano que teve a bondade de dividir a sua capa com um mendigo que lhe pediu ajuda. Graças a este acto de generosidade, deu-se um milagre: a chuva cessou e o sol passou a brilhar. Por isso, por esta altura do ano, quando somos brindados com dias de sol, falamos no "Verão de S. Martinho"!
A lenda de S. Martinho é contada com mais pormenor noutro texto do blogue da nossa Academia.
A todos um excelente dia de S. Martinho!

terça-feira, 18 de setembro de 2012

Texto livre: "A vingança das galinhas"

Eis um texto cheio de humor e imaginação, da autoria do Cláudio Varela!


Era uma vez um menino que estava sempre desatento e distraído. Na escola, em casa, na rua, ele estava sempre no mundo da lua e só fazia asneiras.
Um dia, o menino distraído, que se chamava Gonçalo, passeava pelo quintal dos seus avós e começou a gozar com as galinhas, dizendo:
- Suas burras! Não conseguem superar a fúria do GonçaBoy! Ha! Ha! Ha!
As galinhas, coitadas, levaram pedradas, pontapés e muitas coisas más.
No final do dia, as galinhas reuniram-se para se vingarem do Gonçalo. Então, quando o menino ali passou, as galinhas atiraram-lhe ovos da cabeça aos pés.
O rapaz foi a chorar para casa, e desde aí nunca mais chateou as galinhas.
(Cláudio Varela, 8º ano)

quarta-feira, 4 de julho de 2012

Texto livre: "O pequeno ladrão"

Pois havia na cidade um rapazola com 12 anos, muito brincalhão e esperto. Certo dia, o rapaz decidiu ir chamar o seu vizinho para ir jogar à bola, já que todos os amigos tinham ido sair. Como não queria  jogar sozinho, foi chamá-lo. Tocou à campainha e disse:
-Estou? Daí fala Juan Silva?
-Sim, é o próprio - disse ele.
-Olha, é o teu vizinho! Queres ir jogar futebol? - perguntou.
-Claro! - disse ele, muito entusiasmado.
Lá foram jogar à bola, e o menino reparou que Juan tinha uma linda bola, muito novinha.
No dia seguinte, o rapazola foi chamar o Carlos e o Francisco, os melhores amigos dele. Disse-lhes que o Juan tinha a melhor bola de futebol de sempre e então, na brincadeira, acrescentou que deviam ir os três, à socapa, roubar a bola. Foi isso que tentaram fazer. O rapaz chamou o Juan, enquanto Carlos fez pé de ladrão ao Francisco. Francisco procurou a bola e viu-a, juntamente com umas lindas luvas do Valência, que levou também.
Eles tinham conseguido!
Três meses mais tarde, a bola já estava toda estragada e as luvas também. Então, foram pôr as luvas e a bola no sítio. Fizeram tudo conforme o planeado... mas o Juan, que também era esperto, colocou uma câmara na garagem e assim o Francisco foi apanhado em flagrante.
Juan ficou desiludido com o rapazola e por isso pediu ao pai dele para sair do país, porque não queria voltar a ser roubado.
Então, lá partiu. O rapazola aprendeu que não se pode trair um amigo, porque Juan estava lá quando os seus amigos não estavam. A partir de então, ele ficava sempre sozinho quando o Carlos e o Francisco não estavam.
(Cláudio Varela, 7º ano)

segunda-feira, 2 de julho de 2012

Texto livre "A princesa desaparecida"

Era uma vez uma menina que era filha de reis. Ela era muito boa e gostava de tudo o que há na Natureza.
Um dia, enquanto passeava pelos jardins do palácio, viu um cãozinho muito querido que parecia querer brincar com a princesa. Ela, achando-o muito divertido, seguiu-o e, quando o cão parou, a princesa viu que estava num lugar distante e estranho.
Virou-se e, de repente, foi raptada!
Após os raptores a terem trancado num quarto de uma casa no meio da floresta, a princesa apercebeu-se que o que os raptores queriam era um resgate de imenso dinheiro.
No palácio, todos se aperceberam que a princesa ainda não tinha voltado do seu passeio matinal pelos jardins e ficaram todos preocupados, mas esperaram pelo seu regresso...
Mas a princesa não apareceu e o rei enviou equipas de busca para a procurar.Nenhuma das suas equipas a encontrou. Preocupados, o rei e a rainha não puderam fazer mais nada para a ter de volta.
No campo, havia um casal muito pobre, que não tinha dinheiro para viver. Os seus empregos não chegavam para os sustentar. A senhora era costureira e o senhor vendia pinhas para acender a lareira.
De manhã, a senhora foi para a sua loja e o senhor foi à floresta apanhar pinhas. De repente, o senhor ouviu um pedido de socorro; seguiu aquela voz e foi parar a uma cabana.
Então, olhou pela janela e viu a princesa. O senhor, querendo salvá-a, correu para o castelo e contou ao rei e à rainha onde estava a princesa.
Assim que ouviu aquela notícia, o rei chamou os seus homens e ordenou-lhes que fossem buscar a princesa.
Correu tudo às mil maravilhas! A rainha, de tão contente que estava, deu uma recompensa grande ao casal.
E assim viveram todos felizes para sempre!
(Sara Dinis, 6º ano)

sexta-feira, 11 de maio de 2012

Texto livre: "A verdadeira riqueza"

love boy girl pair picture and wallpaper
Era uma vez um rapaz muito rico e convencido, que morava na rua da riqueza. O rapaz só tinha um amigo, o mordomo que era pobre. Como não tinha dinheiro, o mordomo também não tinha amigos, só o rapaz rico.
Um dia, o rapaz ia a passear na rua da lata quando parou e olhou para a frente. Então viu aquela bela e bondosa menina à sua frente. No fundo do seu coração tocou-lhe um dedo da mão de uma pessoa chamada paixão.
Enfeitiçado pela menina, o rapaz voltou para casa e pensou nela durante horas. Depois disse para si próprio:
"Vou mudar a minha atitude para conquistar aquela bela jovem."
No dia seguinte, viu a rapariga e falou-lhe de uma forma simples e bela.
A partir daí, o rapaz rico ficou rico de dinheiro e de carinho. E viveu feliz para sempre.
(texto de Henrique Santos, 6º ano)

terça-feira, 1 de maio de 2012

Feriado: Dia do Trabalhador


Mais um feriado! Hoje assinala-se o Dia do Trabalhador, não só em Portugal como em diversos outros países do mundo.
Mas sabem a que se dedica este dia?
O Dia do Trabalhador surgiu depois de uma longa época de luta dos trabalhadores pelos seus direitos, ao longo do século XIX  e início do século XX.
Foi em 1920 que, pela primeira vez, se assinalou este feriado. Os primeiros países a decretar o descanso no Dia do Trabalhador foram a França e a Rússia.
Em Portugal, antes do 25 de Abril de 1974 todas as manifestações do Dia do Trabalhador eram reprimidas pela polícia. Só depois da revolução se voltou a celebrar este feriado em liberdade.

quarta-feira, 25 de abril de 2012

Feriado: o 25 de Abril de hoje


No dia feriado de hoje, muitos dizem que se celebra no nosso país o dia da Liberdade.
Mas o que é a liberdade? Por que é tão necessária?
Antes do 25 de Abril de 1974, a censura prévia era uma realidade. Nada do que pudesse eventualmente ir contra a ideologia defendida pelo regime então em vigor podia ser divulgado. A PIDE era uma realidade. Ninguém se sentia seguro para exprimir opiniões controversas. O medo de ser preso e enviado para prisões como a de Caxias ou a do Tarrafal era real. A guerra colonial era uma realidade. Tantos homens, e mesmo rapazes, saíram do nosso pequeno país, seja para lutar em África ou para de lá fugir.
Depois do 25 de Abril, tudo mudou. Somos diferentes. O medo já não é uma realidade. Temos liberdade. Somos um país que se integra na Europa, na comunidade internacional.
Mas ser livre não é poder fazer tudo: ser livre é ser responsável. É ter a capacidade de perceber que as nossas liberdades têm limites, que temos de respeitar os outros enquanto pessoas como nós.
É importante entendermos isto. É importante ensinarmos isto às nossas crianças.
(texo da Professora Sara Vidal)

sexta-feira, 30 de março de 2012

Expressão escrita: "A Princesa Lesma"

A Sara Jesus (7º ano) escreveu uma composição muito imaginativa e original, utilizando muitos dos lugares comuns do conto popular infantil. Vejamos o resultado deste trabalho!
A Princesa Lesma
Era uma vez uma bela princesa, que estava apaixonada pelo belo rapaz. O rapaz também amara essa deslumbrante princesa. Mas havia muita gente contra esse casamento, principalmente a madrinha da bela princesa, que era uma feitiçeira muito má. Como também amava esse belo príncipe, a madrinha não queria mesmo nada que eles se casassem.
Numa noite de lua cheia, a madrinha estava a pensar, a pensar, a pensar no que haveria de fazer para que eles não se casassem. Pensou... pensou... pensou e lembro-se que tinha um feitiço para transformar alguém (neste caso, a princesa) numa lesma... demorou algum tempo a fazer o tal feitiço, mas conseguiu.
No dia seguinte, ela colocou o feitiço numa maçã, deu-a à princesa e a princesa tranformou-se numa lesma (como é óbvio, o rapaz, o belo rapaz, não a via).
O rapaz foi, supostamente, ter com a princesa e a madrinha foi por trás e colocou-o numa masmorra. Mas... ela esqueceu-se que o feitiço era só para uma hora! A princesa viu que o belo rapaz estava na masmorra e foi lá ter a correr, sem a madrinha ver, e tirou-o de lá.
A madrinha, ao saber, fez outro feitiço, mas correu mal e virou-se o feitiço contra o feitiçeiro.A madrinha ficou uma lesma, mas desta vez para toda a vida. 
E eles viveram felizes para sempre.
Fim

terça-feira, 24 de janeiro de 2012

Texto livre: "João e a Planta"

O Henrique Santos escreveu mais um texto muito imaginativo e original! Aqui fica o resultado...
João e a Planta
Era uma vez um menino chamado João. Ele era pobre e vivia com a mãe, os dois muito solitários. Ficavam sempre em casa a trabalhar. Mas um dia o João disse à mãe:
- Vou sair, vou até ao centro da aldeia.
- Podes ir. – respondeu-lhe a mãe.
João, todo contente, foi caminho adentro, mas a meio do caminho apareceu um velhote que lhe disse:
- Em troca das tuas roupas, dou-te esta planta maravilhosa.
Então, ele respondeu:
- Aceito.
Sem roupas e só com a planta nas mãos, o João foi até sua casa. Depois entrou devagarinho para a mãe não ver que ele estava despido. Vestiu-se rápido e foi mostrar a planta à mãe. Quando a mãe viu, ficou muito espantada com tal e pôs a planta na terra.
No dia seguinte de manhã, a planta estava enorme, do tamanho de um arranha-céus. João trepou pela planta e quando chegou ao final foi parar a outra dimensão, onde ficou preso durante anos.
Então o jovem aprendeu a lição de nunca confiar em estranhos.
Henrique Santos (6º ano)

segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

Texto livre: "Um Forasteiro no Deserto"

Com muita imaginação e humor, o Henrique Santos escreveu um texto livre extremamente original!Eis o trabalho deste aluno do 6º ano:
Era uma vez um homem que andava pelo deserto, cheio de calor, a tentar encontrar algum oásis, mas de repente algo ouviu e o som vinha do céu: era uma tempestade de gafanhotos. Ele olhou para a areia e começou a ver os gafanhotos cair sobre ela.
Lá longe, o homem avistou um camelo, montou-o e seguiu caminho, sem cansar os pés e as pernas, pelo deserto. O homem passava por dunas muito altas e havia lá uma duna do tamanho de um arranha-céus. Por lá o deserto tinha uma grande extensão, mas o que se estranhava era que só havia um cato e nenhum mais. A paisagem era bonita, o sol arrebitava mas nas noites ficava muito frio. De repente, teve uma ideia: "Vou construir um acampamento, só com a minha tenda"; mas a coisa não resultou bem, apareceu-lhe um réptil e comeu-lhe a tenda toda!
Logo de manhãzinha, o homem pegou no seu cantil e viu que já não tinha água. Então, montou o camelo e lá foi ele à procura de mais água. Mas... má sorte, não encontrou nada porque o deserto estava numa época de secura.
Passados alguns anos, ele estava doente, estava muito desidratado e morreu.
Assim acabou a história de um forasteiro muito fiel, humilde e corajoso, entre muitas outras coisas. Portanto, façam como ele e nunca desistam!
(Henrique Santos, 6º ano)

sexta-feira, 14 de outubro de 2011

Texto livre: "O susto de Joãozinho"


Era uma vez um menino chamado Joãozinho que vivia na vila da Tascoa. O Joãozinho era muito medroso mas dizia a toda a gente que não tinha medo de nada.
Um dia, depois de regressar de casa dos avós (onde tinha comido um belo lanche), o Joãozinho resolveu cortar caminho por um atalho que ia dar a sua casa. Mal tinha dado três passos quando começou a ouvir um forte rosnar. Cheio de medo e já a pensar que era um leão enorme, o Joãozinho desatou a correr a toda a velocidade. Ia tão desnorteado que nem reparou numa pedra do caminho. Tropeçou e começou a gritar:
- Ai meu Deus, que eu morro aqui!!!
Nisto, uma velhinha que morava ali perto oubiu-lhe os gritos e veio acudir. Chegou num instante ao lugar onde estava o Joãozinho, todo encolhido de medo e a murmurar:
 - O leão vai comer-me... O leão vai comer-me...
A velhinha olhou muito surpreendida para aquela cena. O Joãozinho estava todo encolhido e cheio de medo do rosnar de um pequeno Chiwawa!
 - Ó rapaz, levanta-te! Aquilo é um cão e é dez vezes mais pequeno que tu!...
Cheio de vergonha, o Joãozinho abriu os olhos e viu que o "leão" era o cão mais pequeno que já tinha visto. Pediu desculpas à senhora e nunca mais se gabou de ser corajoso.

(Texto de Henrique Santos, 6º ano)

segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

Texto livre: "Aventuras na Transilvânia"

vampire teeth sharp scary picture and wallpaperA nossa aluna Margarida, do 7º ano, decidiu escrever um texto livre sobre um tema do qual gosta muito: vampiros! O resultado foi uma imaginativa história, cheia de aventura e suspense. que deixamos aqui no blogue na nossa Academia!

Aventuras na Transilvânia

Durante as férias de verão uma rapariga americana de 13 anos chamada Katy foi viajar com os seus pais e irmã para a Transilvânia, uma zona obscura e misteriosa da Roménia.
Katy estava ansiosa por fazer essa viagem, porque a zona da Transilvânia era conhecida pela fama de histórias sobre vampiros: dizia-se que Transilvânia era a terra Natal do Conde Drácula.
A viagem de Seattle, nos Estados Unidos, para a Transilvânia, na Roménia, durou cerca de 11 horas.
Após terem chegado ao hotel, Katy, a irmã e os pais desfizeram as malas e dormiram uma sesta, por causa do intenso cansaço.
Mas, de repente, ao ouvir um grito arrepiante e alto, Katy acordou assustada e foi ver o que se passava. Ao chegar à rua, parecia que não tinha acontecido nada; estava um silêncio profundo que até arrepiava. Katy, ao olhar para o castelo que se encontrava no monte mais alto da Transilvânia, decidiu ir investigar enquanto os pais dormiam.
Quando chegou ao castelo, apareceu-lhe imediatamente um rapaz ferido que lhe disse para ela se afastar do castelo o mais rápido possível, antes que a apanhassem. Katy, na verdade, não percebeu muito bem o que o rapaz disse porque pensava que aquilo era só uma brincadeira. Por isso ignorou o aviso e continuou em frente.
Ao entrar no castelo, escorregou numa poça de sangue: Katy assustou-se, gritou bem alto e fugiu tão rápido quanto pôde para o hotel. Nessa altura, os pais já tinham descoberto que ela tinha saído sem autorização e estavam muito preocupados. Por isso, puseram-na de castigo: 3 dias sem sair do quarto de hotel!
Katy quase desesperava, cheia de vontade de continuar as suas explorações. Assim que pôde, contou tudo à irmã e as duas decidiram que iam novamente ao castelo, às escondidas dos pais.
Quando terminou o castigo, as duas escaparam-se. Chegaram ao castelo e foram puxadas à força por um homem pálido e irritado: Katy sabia que era o Drácula. Ele prendeu-as numa arrecadação cheia de pessoas inocentes que o vampiro tinha matado.
Katy e a sua irmã tentaram elaborar um plano para fugir do castelo. Pensaram, pensaram… e não arranjaram uma solução.
Passada uma hora, o rapaz ferido que Katy tinha visto antes encontrou-as e veio salvá-las, mas o Drácula apareceu e tentou mordê-los.
Katy, como tinha lido muitos livros sobre vampiros na semana anterior, lembrou-se de toda a informação sobre eles: as suas fraquezas, a sua alimentação e todos os poderes que um vampiro pode conter. Por isso, percebeu que para matar o Drácula só tinha de o levar para a rua durante o dia, porque os vampiros não suportam a luz do sol.
Assim, quando o Drácula as veio buscar para as matar, o rapaz, que se chamava Robert, só teve de abrir uma porta do castelo e de repente o Drácula desfez-se em pó.
Katy e a sua irmã voltaram para o hotel vitoriosas. No entanto, os pais descobriram que as raparigas tinham ido para o castelo sozinhas e por isso zangaram-se e decidiram voltar logo para Seattle.
No entanto, Katy e a irmã nunca se iriam esquecer da vitória contra o Drácula.

quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

Texto livre: O Leão de África

O Gonçalo Silveira (6º ano) é o autor do seguinte texto livre:

O Leão de África

Era uma vez uma leão que se sentia muito sozinho e não tinha amigos.
Esse leão era eu. Vivia num jardim zoológico e tinha muita vontade de escapar e voltar a África.
Para escapar fui falar com os guardas para me abrirem a jaula para ir comer.
Depois quando os guardas não estavam a vigiar-me fugi com pezinhos de lã.
Depois para ir para África pensei apanhar o avião ;mas antes mascarei-me de pessoa, pois assim as pessoas assustavam-se menos.
Depois de sair do avião já tinha chegado a África!
Toda a minha família me perguntou como eu consegui escapar.
Então eu contei-lhes a história de como fugi da jaula e vim para a minha terra natal, chamada África. Aí vivi muito feliz. 
Gonçalo Silveira (6º ano)

terça-feira, 14 de dezembro de 2010

Texto livre: "As aventuras de Marina"

O Duarte Santos (5º ano) escreveu recentemente um texto que fala das aventuras de uma sereiazinha chamada Marina. Vejamos o que ele escreveu!

As Aventuras de Marina

Lá no fundo, bem lá no fundo, nas zonas obscuras do fundo do mar, vivia numa gruta escura e assustadora uma pequena sereia ainda quase recém-nascida chamada Marina.
A Marina, à medida que foi crescendo, foi ficando cada vez mais madura.
Um dia chegou à conclusão de que devia mudar-se.
Sem tirar a ideia da cabeça, Marina foi à Praça dos Sete Mares, onde leu um cartaz que dizia:
«Vende-se casa espaçosa mobilada e com TV incluída»
Então, a Marina foi à imobiliária e mudou-se rapidamente. Após a mudança, a Marina decidiu mudar também o visual e foi às compras. 
Comprou camisolas, malas, acessórios...
Assim que chegou a casa, A Marina arrumou as compras e pensou que tinha de ligar às amigas para lhes mostrar as casa nova.

Duarte Santos  (5º ano)

quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

Texto Livre: "A casa assombrada"

A Bruna Bento tem uma enorme imaginação e criatividade. Aqui fica um bom exemplo disso: uma história que ela imaginou para nos ler no dia das Bruxas!

A Casa Assombrada

Há muito tempo atrás, numa velha casa de doces, aconteceu um grande desastre. Apareceram por lá três pequenas bruxas, que decidiram marcar o seu território. O dono da loja, o Sr. Joaquim, viu-as e disse-lhes:
- Ou vocês saem daqui, ou então serei obrigado a chamar a polícia!!!
- Mas por que é que não podemos ficar aqui? -disse a bruxa mais velha (que se chamava Manelina).
O Sr. Joaquim ficou pasmado, de boca aberta, ao ver o que as bruxas faziam à sua loja de doces e, ao ver tudo aquilo, resolveu mesmo ligar à polícia.
Mas, nessa altura… as bruxas amarraram-no a uma cadeira e levaram-no para um poço!
– Agora vais ver o que é sofrer – disseram as três bruxas em coro. – HA! HA! HA!
-Vocês são umas bruxas muito mazinhas!... -disse o Sr. Joaquim.
- É por isso que nos chamam bruxas!!!! – Responderam elas, muito gozonas.
Passaram dias e mais dias e a bruxa mais nova disse:
- Será que ele conseguiu escapar do poço?
- É claro que não, sua aranha com três cabeças! – Disse a irmã do meio (que se chamava Lalinica).
- Então por que é que não vamos lá espreitar? – Disse a Manelina.
E lá foram elas, nas suas vassouras, a voar pelo ar e sempre a rir: “HA! HA! HA! HA!”. Então, chegaram lá e só viram um cadáver - era óbvio que o Sr. Joaquim iria falecer.
Voltaram para a casa que estava cheia de teias, com toneladas de pó, toda suja e ranhosa e fizeram uma poção para avançarem no futuro.
A mais nova disse:
- Vocês têm de ir ao futuro.
- Mas as mais velhas é que devem ir á frente - disse a bruxinha do meio.
- Mas vocês ainda não perceberam? O que nós temos de fazer é irmos todas ao futuro, enfeitiçarmos o rei Felisberto e apoderarmo-nos do trono e de todas as suas riquezas.
Então, as três bruxas malvadas experimentaram a poção e depois foram ter ao palácio, mas os guardas apanharam-nas e prenderam-nas nas masmorras do castelo. As três bruxas ficaram tão zangadas que lhes lançaram um feitiço: transformaram-nos em ornitorrinco e, ao outro, transformaram-no em macaco!
Depois, apanharam o rei e ficaram no trono, mas elas ainda não sabiam que os guardas tinham um plano.
A bruxa mais velha suspirou bem fundo e disse:
- Temos de fazer qualquer coisa para conseguirmos chegar á sala dos tesouros.
- Mas por que é que não obrigamos os guardas a dizer-nos onde fica a sala dos tesouros?
- Mas tu achas mesmo que eles nos vão contar onde fica a sala?
- Sim! Ou eles nos dizem onde fica ou nós atiramos o rei pela janela fora (no sétimo andar).
E lá foram elas fazer chantagem com os guardas.
Mas os guardas levaram-nas à sala das armadilhas. Logo de seguida, apanharam-nas e prenderam-nas nas masmorras mais fundas do castelo, mas desta vez tiraram-lhes as varinhas.
As bruxas bem tentaram soltar-se, mas não conseguiram. Chamaram o seu gato para as soltar, mas ele não conseguiu, chamaram o peixe, mas ele não conseguiu, chamaram os pais, mas eles estavam ocupados a meter medo a outras pessoas.
Mais logo, chegou lá um soldado e soltou a Manelina, porque se tinha apaixonado por ela. Mas, como é óbvio, a Manelina soltou as suas irmãs.
A bruxinha também começou a gostar dele, mas ele deu-lhe um beijo na cara e transformou-se num sapo feio e cheio de verrugas. A bruxa disse:
- Tens de aprender o que é a representação e não acreditares em bruxas.
A bruxa mais velha (que é a bruxa Protésia) disse:
- Vamos mas é fugir daqui!
- Mas por que é que não ficamos mais um bocadinho por estes lados? Vá lá!!!!! – disse a Lalinica.
- Está bem, mas por que queres ficar aqui?
- Porque vi ali um guarda com uma verruga tão grande, tão grande, que eu tenho de lhe pedir um autógrafo.
- Está bem, mas vai lá rápido para nos irmos embora.
- Boa! Está bem, já venho.
A bruxa Lalinica voltou para junto das irmãs e foram-se embora com muito, muito medo.
Chegaram a casa e a bruxa Lalinica disse:
- Mas por que é que viemos para casa?
- Óh sua grande burra, não te lembras que estamos no futuro!!!!!!!!!!!
- Ah pois era! Ainda bem que um dia iremos fazer tudo aquilo de novo.
As três bruxas foram dormir, e no dia seguinte foram ter com os pais e deram-lhes um raspanete:
- Quer dizer, nos estávamos presas no castelo e não tiveram tempo para nos salvar, mas para ficarem em casa no sofá a dormir e a comer porcarias já podiam!
Passaram-se dias e mais dias e as bruxas sem fazerem nada.
A bruxa Protésia disse:
- Por que é que não compramos um ratinho de estimação?
- E por que não?, disseram as outras duas bruxinhas.
E então lá foram elas comprar um ratinho. Chamaram-lhe Joaquininossauro.
O Joaquininossauro mordeu o dedo à Lalinica e fugiu para debaixo do sofá, feito de pó e teias de aranha.
A Manelina e a Protésia disseram:
- Vamos apanhar aquele rato e assá-lo no espeto.
Mas a Lalinica gostava muito dos animais e, por isso, disse às irmãs para o apanharem e porem na floresta, onde ele poderia sobreviver.
A Manelina concordou com a Lalinica e, por isso, a Protésia foi obrigada a concordar com as suas duas irmãs.
A Protésia agarrou no rato, pôs o ratinho dentro de um frasco, meteu-se em cima de uma vassoura e disse as palavras mágicas:
- Abra cadabra, pata de cabra, anda vassoura já!
Lá foi ela a voar com a sua vassoura, muito triste, porque achava que ninguém se lembrava do seu aniversário. Mas quando chegou a casa tinha um bolo de anos com os seguintes ingredientes:
Pele de cobra, 23 e três aranhas, cobertura de moscas e 72 minhocas a servirem de velas!!

Bruna Bento, 6º ano

quinta-feira, 11 de novembro de 2010

A lenda de S.Martinho

Como todas as celebrações, este dia festivo tem as suas origens numa história antiga. Neste caso, trata-se de uma lenda que data dos tempos romanos: a lenda de S. Martinho.

De acordo com esta lenda, Martinho era um soldado romano que se encontrava a fazer a ronda habitual. Era um dia especialmente chuvoso, escuro e frio. Como todos os soldados do disciplinado exército romano, Martinho tinha consigo uma capa, na qual se enrolava na tentativa de se proteger da chuva e do frio.

Até que...

No escuro desse temporal, o soldado avistou um pobre mendigo. Praticamente despido, transido de frio e de fome, o homem despertou a pena do soldado. Por isso, desmontou do seu cavalo e despiu a sua capa. Depois, cortou-a em dois pedaços com a sua espada e ofereceu-a ao mendigo, para que com ela se pudesse agasalhar.

Diz ainda a lenda que, nesse momento, os céus acalmaram misteriosamente, tendo despontado um bonito dia de sol. Será por isso que, mais ou menos nesta época do ano, fazem sempre alguns dias de sol e calor: é o Verão de S.Martinho!

(texto da Professora Sara Vidal)

segunda-feira, 26 de julho de 2010

Semana dos Tempos Livres: Ir à praia

Um dos passatempos que gosto de fazer é ir à praia.

Quando vou à praia eu vou para a praia de Carcavelos. Costumo ir com a minha mãe ou com o meu pai mas às vezes vou com a minha madrinha, com a minha prima e o meu padrinho. Gosto da praia de Carcavelos porque é grande e há muito espaço para brincar.

Na praia, costumo jogar à bola com colegas e amigos. Às vezes jogo às raquetes. Passo sempre muito tempo dentro da água e sei nadar mais ou menos bem. Não posso esquecer-me de pôr protector solar.

Apesar de gostar muito da praia de Carcavelos, também gostava de conhecer outras praias maiores, mais bonitas e com menos gente para eu ter espaço para nadar e brincar.

(texto de Gonçalo Silveira, 5º ano)

Semana dos Tempos Livres: A Leitura

Um dos meus passatempos favoritos é a leitura. Uma definição possível de leitura é o processo de descodificação de símbolos, associando-os aos sons correspondentes. No entanto, ler é muito mais do que esta simples definição.

A leitura surge sempre associada à escrita, que surgiu na Mesopotâmia, há cerca de 6 mil anos. Durante muito tempo, a escrita e a leitura estiveram reservados às elites, sendo que a maioria da população não o sabia fazer. Por exemplo, na Idade Média, apenas alguns membros do clero sabiam ler e escrever, razão pela qual a educação era algo que se atribuía a esta classe social.

Com a invenção da imprensa em 1439, por Gutemberg, os livros tornaram-se cada vez menos raros, pelo que desde então começou a aumentar o número de pessoas que dominavam a técnica da escrita e da leitura. Hoje em dia, ler e escrever são a base da nossa educação escolar, pelo que aprendemos a fazê-lo no primeiro ciclo.

Mas ler não é apenas juntar letras e formar palavras. Ler implica interpretar as palavras e dar-lhes sentido, recorrendo muitas vezes à nossa própria imaginação. Ao ler, podemos tomar conhecimento de realidades diferentes das nossas ou mesmo viajar por universos fantásticos e desconhecidos. Assim, cada livro pode representar uma nova aventura.

Por isso, penso que é cada vez mais importante incutir o gosto pela leitura aos mais jovens, mostrando-lhes que pegar num livro não deve ser uma obrigação mas sim um prazer.

(texto da Professora Sara Vidal)

Semana de Tempos Livres: Viajar

Adoro viajar porque de vez em quando gosto de explorar países estrangeiros e não ir sempre para o mesmo lugar todos os anos.

Foi o que fiz em 2007, quando fui a França. Fui de autocarro até Nice com a minha mãe e a minha irmã passar férias durante o mês de Agosto. Passei as férias com o meu pai e gostei muito.

Nessas férias, houve duas coisas que achei muita piada: a primeira foi os prédios terem um aspecto que parecia antigo; a segunda foi que a praia de Nice em vez de ser de areia, é de pedras. Também fui ao Mónaco de comboio para visitar um parque aquático, mas não entrei porque não tinha fato de banho. Ainda fui visitar os meus tios, tias, primos e primas nessa viagem.

Desde então não viajei mais, mas o mais importante é que adorei ir lá e queria voltar todos os anos.

(texto de Cláudio Varela, 5º ano)